quinta-feira, 31 de julho de 2014

Resenha: Convergente

Nome Original do Livro :Allegiant
Autor(a): Veronica Roth
Ano de Lançamento:  2014
Editora: RoccoNúmero de Páginas: 526
Gênero: Literatura Infanto Juvenil Americana 
Avaliação: ⍟⍟⍟⍟

 A sociedade baseada em facções, na qual Tris Prior acreditara um dia, desmoronou – destruída pela violência e por disputas de poder, marcada pela perda e pela traição. No desfecho da trilogia Divergente, a jovem será posta diante de novos desafios e mais uma vez obrigada a fazer escolhas que exigem coragem, fidelidade, sacrifício e amor Este livro não teve a mesma emoção como os outros da trilogia. Ele serve mais para uma explicação dos acontecimentos que o passado causaram na atual sociedade e sobre a vida de algumas pessoas. Em algumas partes, chega a ser entediante, porém, seus capítulos finais trazem momentos marcantes, deixando o leitor com grandes emoções até o fim da história, como algumas mortes (como é de se esperar em uma saga) e até mesmo saudades de algo ou alguém. E há momentos agradáveis no meio disso tudo. A ideia que Veronica teve para esse livro foi muito bem bolada, sua estrutura é perfeita pra uma moça tão jovem, escrever uma grande série como a dele nesta idade não é para muitos. Eu não espera a história ser o que foi, muitas surpresas e fatos que faz você se perguntar "Como? Prâ que?", mesmo que esse desfecho foi um pouco parado do que pensei ser. Mesmo assim, digo que todos devem ler esta saga, e como adoro uma distopia, não posso deixar de recomendar. 


 ATENÇÃO! O CAPÍTULO ABAIXO CONTÉM SPOILERS!!!
  Alguns ocorridos me deixou perdido, revoltado e tudo mais. Eu não esperava que a atual cidade de Chicago fosse apenas um experimento de "Danos Genéticos", onde os Divergentes eram as pessoas que que tinham os genes puros, sem algum dano de seus antepassados, pensei que eles tinha "superpoderes" ou algo parecido. Também não queria que a Tris morresse :( além dela ser a protagonista, eu queria um epílogo dela vivendo em um futuro feliz com Tobias e possíveis filhos. Mas tirando isso, achei o final bem suavizador e belo. Agora as facções não existem mais (eu queria que sim) e todo vivem em uma sociedade normal (e não apenas como cobaias do governo)  onde cores de roupas se misturam e todos têm um trabalho essencial e digno.
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